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ENTENDA MAIS SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE EQUIPAMENTO ELETRÔNICO

Chip eletrônico

O comércio eletrônico no Brasil é uma prática que vem ganhando espaço desde 2001 e continua a crescer impulsionado pela alta velocidade de inúmeros lançamentos tecnológicos que facilitam o acesso à Internet, além de estimular o desejo de compra.

Um dos principais fatores deste crescimento acelerado é, sem dúvida, a expansão da Internet no país que, por sua vez, já contabiliza 120 milhões de pessoas conectadas em 2017. Além disso, há outros fatores propiciam este crescimento. Dentre eles, pode-se citar:

  • Variedade de produtos e preços
  • Praticidade para comprar
  • Confiabilidade na marca
  • Feedback de outros compradores

Logística Reversa de Equipamentos Eletrônicos

A Lei nº 12.305/10, além de criar a Política Nacional de Resíduos Sólidos, decreta que Logística Reversa é uma das ferramentas para efetivação da chamada responsabilidade compartilhada entre todos envolvidos no processo, desde o fabricante até o consumidor final no ciclo de vida.

Isso significa que envolve a obtenção de matérias-primas e insumos, o desenvolvimento do produto, o processo produtivo, o consumo e até a disposição final dos produtos eletrônicos.

A produção de um novo objeto a partir de resíduos sólidos de um produto antigo faz parte da logística reversa, pois reutiliza dos fragmentos de algo que anteriormente fora descartado para produção de insumos para indústria.

Em virtude disto, a extração de novos recursos naturais é poupada, favorecendo o meio ambiente.

Portanto, algumas vantagens da logística reversa são:

  • Preservar o meio ambiente: Uma vez que se reutiliza de antigos produtos para criar novos, o meio ambiente é preservado, no que tange à extração de matéria-prima e outros componentes.
  • Criar consumidores conscientes e promover a sustentabilidade: Por meio de campanhas e divulgações é possível instruir clientes para que eles tomem ciência do impacto que práticas de sustentabilidade podem ter na natureza, além de ajudá-los na escolha de produtos ecologicamente corretos.

Empresas que praticam a logística reversa

Apple: incentiva seus clientes a levarem seus antigos aparelhos para serem avaliados por um funcionário capacitado, a fim de receber o valor do produto no formato de crédito ao comprar um novo na própria loja.

Philips: equipou em diversos locais de assistência técnica, coletores de pilhas e baterias com a intenção de dar uma destinação ambientalmente adequada aos materiais.

Natura: companhia brasileira, desde 2007 recolhe resíduos de seus produtos a fim de reduzir o impacto dos mesmos no meio ambiente.

No Brasil, ainda existe o PEV (Ponto de Entrega Voluntária), nos quais os materiais podem ser entregues para inspeção e triagem. Os que forem úteis poderão ser revendidos (como matéria-prima para novos equipamentos) ou enviados a programas sociais.

Desse modo, promovem o acesso à tecnologia para aqueles que não possuem condições. Para os quais não possui mais utilidade, destinarão para reciclagem, ou serão descartados de forma segura.

Licença Ambiental